O rombo depois do rombo; por que o brasileiro continua caindo nas mesmas promessas de investimento


Nosso escritório publicou hoje um artigo no Estadão sobre um problema que atinge muito mais investidores do que os grandes escândalos que viram manchete.
O escândalo bancário que estourou este ano deu a falsa sensação de que o problema estava contido dentro do sistema regulado. Não está.
É a ponta visível de algo que se repete, em escala pulverizada, todos os dias em varas cíveis e escritórios de advocacia Brasil afora: "holdings de investimento", "plataformas de ativos reais" e "ecossistemas financeiros" captando poupança popular fora de qualquer autorização da CVM ou do Banco Central.
No artigo, a partir de casos reais acompanhados pelo escritório, mapeio o roteiro que se repete quase de forma didática:
→ Rentabilidade muito acima do sustentável, sem explicação de origem → Garantias que soam sólidas mas não têm liquidez real (inclusive um caso com ações de banco extinto há 15 anos) → Pagamentos em dia nos primeiros meses — a engenharia clássica de todo esquema Ponzi → Fachada institucional (patrocínio, marketing, capital social inflado) sem lastro regulatório
Nenhum desses sinais isolado prova fraude. Juntos, formam um padrão que a Justiça tem reconhecido processo após processo.
O texto termina com perguntas objetivas que qualquer pessoa pode fazer antes de assinar um contrato — não depois. Vale a leitura para quem investe ou orienta quem investe.
https://lnkd.in/d4MjkmSj
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